Nanotecnologia verde provoca revolução sustentável na agricultura


Nem sempre a solução para grandes desafios está associada a tecnologias grandes. Ou, pelo menos, não literalmente. Num mundo invisível a olho nu, no qual partes de seres vivos, como células e fibras, entre outras, são analisadas com detalhes em uma escala de um bilionésimo de metro, ou seja, 50 mil vezes menor do que a espessura de um fio de cabelo, estão infinitas soluções para uma série de problemas que afligem a humanidade, como doenças, fome e degradação ambiental.

De forma inversamente proporcional à escala nanométrica em que atua – na qual um nanômetro é a medida padrão – a nanotecnologia é uma ciência gigantesca no que se refere à possibilidade de oferecer soluções e resultados.

Fascinados pelas enormes possibilidades oferecidas por essa ciência de proporções pra lá de diminutas, um grupo de cientistas da Embrapa, universidades e instituições públicas e privadas de pesquisa decidiu se dedicar ao estudo de nanossistemas para buscar rotas e caminhos sustentáveis em prol da agricultura brasileira.

Para isso, o grupo, capitaneado pelo pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília, DF, Luciano Paulino, usa como objeto de estudo os subprodutos da agricultura, ou seja, resíduos e rejeitos da produção considerados muitas vezes sem utilidade para o setor produtivo. 

Os cientistas têm encontrado nesses resíduos − cascas, pelos de animais e partes dos alimentos que não são comercializadas − caminhos e rotas sustentáveis capazes de reduzir o uso de solventes tóxicos, materiais sintéticos e outros produtos nocivos ao meio ambiente e à saúde humana e de animais. Leia mais.

Fonte: Embrapa

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