Criador vai ter incentivo para ampliar tecnologia


As medidas do governo para elevar a oferta de carne bovina, por meio da concessão de mais crédito à pecuária de corte, são bem recebidas por analistas e produtores. A avaliação é de que o setor terá capital para investir em tecnologia, essencial para ganhar produtividade. Isso, porém, não basta, dizem. É preciso reduzir a burocracia e facilitar o acesso do pequeno e médio pecuaristas ao financiamento.

Os incentivos fazem parte do Plano Agrícola e Pecuário 2014/15, que prevê a concessão de R$ 156,1 bilhões em recursos - 14,7% mais que os R$ 136 bilhões liberados na safra anterior. O criador poderá financiar a aquisição de animais para engorda em regime de confinamento, retenção de matrizes e compra de matrizes e reprodutores, no limite de até R$ 1 milhão em cada uma dessas modalidades.

Para Tirso de Salles Meirelles, presidente do Conselho Nacional de Pecuária de Corte (CNPC), a disponibilidade de recursos é oportunidade para reorganizar o sistema produtivo do setor, que poderá investir em tecnologia de reprodução (transferência de embrião e inseminação artificial), melhorar a qualidade do pasto e aumentar a produção de carne por hectare.

Meirelles lembra que o Brasil possui o maior rebanho de bovinos do mundo, com 203 milhões de cabeças. Além do mercado doméstico, que consome 80% da produção, exporta para vários países e se depara, agora, com novas oportunidades de negócios no cenário externo com a abertura do mercado da Rússia e a possibilidade de embarques para a China. Leia mais.

Fonte: FNP

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